9 de dez. de 2010

Às vezes, ela só queria um amigo.
Ou melhor, um ouvido.

4 de dez. de 2010

Inaceitando

Não me sinto mal, somente percebo todo e cada pedaço de mim se mexendo com menos vigor. Não, não estive chorando, isso é sono. Dormir faz passar. Só quis ficar sozinha. Consigo sentir meu coração doer a cada contração, mas é interno. Ninguém perceberá. E não contarei a ninguém. Não contarei sobre o aperto a cada momento de distração meu, não contarei sobre o mal que por tantas vezes desejei internamente e que por muitas outras foi de todo encoberto pelo bem que te quero. Ah, porque, bem, eu te quero! Intensa e constantemente. Mas isso não direi. Tratar-te-ei mal e guardarei esse bem só comigo. Esse bem me pertence e, dele, não quero compartilhar. O bem é teu, a ti e ti próprio.
Tudo isso porque cresceu.

13 de nov. de 2010

Repudiu, tripudiou,
rejeitou, repeliu,
recusou, impeliu,
evitou, gritou... Gritou.

Tudo isso era medo...
Foi à mãe, que nunca dela discordou.
- Mamãe, briguei na rua.
- Ora, o que fizeram pra você?
- Me xingaram. Me ofenderam bruscamente.
- Quem fez isso?
- As meninas do bairro. Gritei com elas. Gritei muito. E elas, comigo.
- Mas as meninas do bairro nunca te viram antes!
- Eu sei. Mas sei que foi pra mim. Eu senti.
- Você tem essa mania de estar sempre certa, não?
- Mas, mãe...
- Chega com isso.
- Mas... mas...

9 de nov. de 2010

Astrologia

Sorri para alegrar o dia,
grita no travesseiro para ninguém ver,
faz poema da ferida para ninguém ler,
desabafa com a Lua para ninguém saber mas

notaram a lágrima do sorriso,
ouviram o grito de lá de dentro,
recitaram a dor da cicatriz,
encontraram a constelação do caranguejo que lhes contou

- Silêncio e não espalhai: ela só ama demais.

26 de out. de 2010

Meu otimismo falho

Que... bom... que... deu... tudo... certo...

10 de out. de 2010

Onírico, pt. II

19:17 xx/xx/xxxx
- Meteoros! - Ela olhava o céu infestado de traços avermelhados em contraste à escuridão. - Não são?
- Sim, sim... bonitos. - o outro disse, deitando-se na grama, acompanhado por aquela.
- Mas... tem aviões ali... os meteoros não batem neles? São meteoros ou aviões?
- São meteoros... e aviões. Talvez até estrelas cadentes.
E ali permaneceram, deitados, a observar as luzes transitando.


"can we pretend that the airplanes in the night are like shooting stars? i could really use a wish right now..."

3 de out. de 2010

Onírico

Mas, afinal, que lugar era aquele?
Que lugar era aquele?
O mesmo sol, as mesmas águas,
as mesmas cores, o mesmo céu...
tudo!, o mesmo todo!
O conhecido completamente inconsciente
O familiar eternamente desconhecido

30 de set. de 2010

Meu egopessimismo

Vai dar tudo errado. Tem que dar tudo errado.

28 de set. de 2010

Da fobia

Amigos, colegas, companheiros
Condenados, condenadores,
Queridos, caros, - baratos? -, parceiros,
Vós, por favor, não sois hipócritas
Ao próximo, não sentenciais aquilo que não cumpris convosco
Heis, pois, pesados, perdidos, parvos e apavorados
de estar presos por própria punição
pouco a pensar sobre poesia, pulsação,
"Ame o poema" e espelhos outros.
Recomendais buscar livro, amizade, terapia, contato;
como, porém, a tais e a vós confiar
se tão humano quanto a mim são e sois?

29 de ago. de 2010

Condenou por uma vida
Quando foi condenada
Mal pôde pisar o tribunal

26 de ago. de 2010

Fúria. Fúria traduzia-se em seus olhos já vermelhos do que tamanha raiva havia se convertido. Fuzilava o que encontrava em sua frente e recebia o olhar desta em troca. O punho já cerrado contraía-se gradativamente conforme a reação da oponente se igualava.

Àquela altura, a disputa era plenamente muda. Tal silêncio, contudo, abordava todo o significado da situação: o ódio mútuo.

Do outro lado, a fúria também era correspondente.

Via-se, entretanto, ao fundo daqueles furiosos olhares, um resquício de dúvida. Dúvida, angústia, mal-estar, arrependimento... mas, a cada momento que estas pareciam se aflorar, a chama da cólera se atiçava e queimava completamente a tentativa de trégua de ambos os lados.

O furor da oponente à esquerda era intenso, apesar da sutil hesitação que surgia em seu olhar. Em contrapartida, à direita, a menina estava nitidamente não-convicta de sua posição. O espectador certamente perguntaria a si mesmo se esta tinha certeza do que ali fazia ou porque ali estava - claro, sem obtenção de resposta, já que seu olhar denunciava a completa incerteza em seu interior.

De súbito, o punho cerrado da oponente à esquerda voltou-se à rival com força.

Cacos de vidro encontravam-se em sua frente.
Ela acabara de quebrar seu espelho.

15 de jul. de 2010

Seu mundo girava.
Suas mágoas, seus medos, seus orgulhos, seus traumas.
Misturados. Embolados.
Vomitou-os. Todos.
Vomitou sua alma.
Perdeu sua alma junto das suas mágoas, seus medos, seus orgulhos e seus traumas.
Estava vazia.




"i'm safe up high; nothing can touch me
but why do i feel this party is over?"
Deitada em sangue.
Engasgada, sufocada. Sua feição, porém, era sorridente. Talvez em prol do embelezamento do cenário.
Um sorriso, contudo, desesperado. Conturbado. Um sorriso que, se olhado a fundo, transparecia o pleno medo.
Macabro.



"well, she's not bleeding on the ballroom floor just for the attention...
come on, that's just ridiculous!"

13 de jul. de 2010

Fazer do ser um verbo intransitivo
Com sentido completo
Sem complemento direto
Só necessária a ajuda dos advérbios
- únicos responsáveis pela mudança da essência do ser.

12 de jul. de 2010

- Você não para de chorar desde que ela começou a tocar.
- Eu gosto de chorar por ela... eu valorizo os sentimentos de quem a escreveu... coitadinho, coitadinho...
- Dentre tantas outras, você não para de escutá-la. Ela só te faz mal. Você sabe disso.
- Não me importo... eu gosto dela... preste atenção...
- Desliga essa música..
- Eu não quero...



... não quero.

10 de jul. de 2010

E sob seu epitáfio
Ali jaz arrependimento

14 de jun. de 2010

     - Me deixa ir! - e cada vez que repetia tais palavras, apertava mais forte a mão dele. - Eu preciso. Eu sei o que faço! - e mais força ela depositava no abraço, já deveras frouxo por parte do rapaz atônito.
   Um lapso de vontade de soltá-lo passava por sua cabeça quando este diminuía sua força, já que tal atitude desestruturava suas ideias: não se conformava com possível indiferença por parte dele. Porém, sua única reação consciente era pressionar os dois corpos sem chance alguma de libertação - sabia que, no fundo, a culpada pela tempestade era ela. Montava o cenário daquela forma e depois lamentava a inércia do moço quando, no fim, tudo devia-se a ela. 
   Não entendia porque agia assim. Olhava-no e enxergava sua visível dúvida e incompreensão. Continuava pedindo para ser deixada. Sua maior certeza, entretanto, bombardeava em sua mente: "Não me solta. Nunca. Só te peço: fica. Custe o que custar, fica..."

"i'll let go
but there's just no one that gets me like you do
you are my only, my only one"

5 de jun. de 2010

- Não sinta-se assim... não faz bem a ninguém. Traz-lhe algum benefício? São papéis rasgados; colá-los daria trabalho e tempo. E um quê de boa vontade, muita boa vontade: papéis rasgados àquele ponto são difíceis de serem reconstruídos. Não há motivos para cultivar sentimentos ruins; tais como os papéis, esses sentimentos também são descartáveis e não trazem vantagem alguma. Não era você a dona do discurso pró-tolerância?

* * * * * * * * * * * *

(Papéis... mas, se não jogados fora, continuam ocupando espaço. Mais espaço do que se não estivessem rasgados. A única solução conveniente: queimá-los. Não atrapalhariam, não mais seriam lembrados...)

Sinceramente? Desapareça. Não importo-me se isso seja doloroso ou pacífico: só desejo que suma. Instantaneamente. Não quero tua sujeira ao meu redor; já me bastou o suficiente. Desejar sumiço sempre foi-me deveras torturante; imensuravelmente mais árduo, porém, é tolerar a presença de tamanha imundície. Ter de engolir cada farrapo e cada grão de poeira me é limitado. Com todo o perdão da palavra: morra. Dá-me o alívio de ter tua nojeira distante por si própria, antes que seja eu forçada a fazê-lo...

16 de mai. de 2010

Então chora... lava a alma. Até o fim.
Não chora... tá tudo bem... tá tudo aqui.
Tá tudo errado.
Não tem nada de errado...
Eu sinto.
Não tem motivo?
Não mesmo...
Não chora, por favor...

6 de mai. de 2010

- Sabe que pode contar, quando quiser e se quiser.

(Gostaria. Agradeço. Não conto. Não agradeço. Simples: não. Grande vontade, grande bloqueio.)
- O que acontece? Conta, desabafa.

(faltadeAngústiafaltadeFaltadearfaltadeDesesperofaltadeCóleraTormento.
Gritos sem som. Discursos sem texto. Prolixidade, léxico empobrecido. Nó. Nós.)

- Não sei... não sai...

Procura-se: Oxigênio.
Última vez visto em companhia de uma figura feminina. Testemunhas identificaram-na como Medo. A partir de então, nenhum foi posteriormente encontrado.
Oferece-se recompensa.

25 de abr. de 2010

Nós. 
Enlaçados, embaraçados.

24 de abr. de 2010

Grita e não há som. Sufoca e não lhe falta ar. Toca o telefone, ela não levanta. Quando levanta, o telefone para de tocar. Cansa. É tendencioso. Só pode ser. 

21 de abr. de 2010

- I wish I could understand you.
- Everyone wishes. No one really does.
- But I wish I could. I swear I try to, but I just can't. You mess me up.
- I didn't mean to.
- You definitely deserve something better than me. Look around. There's just plenty of them.
- I can't say I'm happy for not having your comprehension. But somehow I'm happy for having you. They might understand me best, they might know me best, they might do whatever in a better way. The thing is: I don't want them at all. I want you. Even though you don't understand me, even though I make you sad due to my issues, in spite of anything. I don't care, I want you instead of wanting them.


" I try to make things right.
I need you more than air when I'm not with you.
Please, don't ask me why. Just kiss me this time.
My only dream is about you and I."

4 de abr. de 2010

- How does it feel, in the end?
- It feels so... scary. It is just like being thrown away. Well, after being thrown out of a window, if a box were a person, it'd might hurt. That's the same pain, the pain of being left to gravity's force, being pulled down having no other way to keep still due to the force's intensity and strenght. It's having the weight of all of your thoughts directly related to how fast they're going to be pulled down with you. And there's no time to think at all: when you realise, you're already on the floor.

28 de mar. de 2010

- You know you're not okay and you just pretend to be.
- Obviously... I meant I would be okay, but only in case my daily dose of happiness was also doing well. Well, it is not at all. Then, I might die inside too... wishing to know how to make it right.
- Where's your daily dose of happiness?
- Turned out to be so self-sufficient that forgot the real purpose of being my dose... but I'm fine this way.
- I might never want her again.
- But you don't even speak to her!
- I don't feel like wishing her back.
- That's just cheap talk. Go back to her, talk to her, spend the time with her, even if it's just a while. Make her a natural part of your routine, and you will remember how good she was to you, how fine she made you feel, how different she was from me. You will be reminded of the fewer problems she would bring you, the fewer messes she would have left inside your head for just not being so weird and confusing as me. Slowly, all of that empty anger inside you might give space to the butterflies you used to feel when you were with her. And you will soon realise that, even if she's not the right one for you, she is the one you've always looked for and the one you want to be with. That's absolutely her, not me. Stop deceiving yourself.
- I don't want her! Don't you believe me?
- I would utterly believe you if it only depended on me. But that's what I see. I would believe you if all that could be done was actually done.
- If I turn to speak to her again, you'll suffer a lot and won't let anyone know due to your pride.
- Of course I would. I would feel mad, scared and insecure everyday, everytime,. But I can't block you from doing a thing you want. I mean, in case you really want to get her friendship back...
- I don't want her friendship back!
- I'm not convinced. I shouldn't have let you know, unconsciously, that I suffer seeing you with her. Now I believe that you just say you don't want her back because you don't want to let me down, once having seen my situation before.
- So, what can be done?
- I don't know... do whatever you feel like. I just wanted you to be aware that, if you're avoiding her because of me, never mind. That's just bullshit. If having her would make you happy, I'm pretty sure I'll also be just for the sake of seeing you fine.
- How come...

10 de mar. de 2010

lost in thoughts says: 
Quando ela diz "não", ela quer realmente que você vá procurá-la.
unfaithful says:
Pode ser. Mas tem horas que ela realmente não quer ser incomodada.
lost in thoughts says:
Obviamente. Mas ela parte do pressuposto que você a conheça o suficiente pra saber quando ela quer sua insistência e quando ela quer sua distância.
unfaithful says:
Não dá pra conhecê-la o suficiente. Ninguém consegue entender aquela menina.
lost in thoughts says:
Eu sei... não tô falando que o problema é com você. Deve ser com ela também. Ou nem isso, porque ela com certeza não acorda pedindo pra confundir todo mundo.
unfaithful says:
Será? Tem horas que parece muito que ela faz de propósito.
lost in thoughts says:
Na hora de fazer, a cabeça dela deve falhar e é mais forte que ela. Ela não se arrepende porque prefere se arrepender do que não faz. 
unfaithful says:
Orgulhosa.
lost in thoughts says:
É. Mas uma ponta de culpa ela deve ter. Ela com certeza sente. Mas não deve mostrar a ninguém essa culpa, esconde até mesmo dela própria, pra não cair em contradição.
unfaithful says:
Se ela cai em contradição já escondendo um monte de coisa, imagina se falasse tudo...
lost in thoughts says:
Ela só queria que alguém a entendesse. Ou a ouvisse, e, mesmo que discordasse, simplesmente a desse atenção. Ok, não é qualquer alguém. Você é esse alguém. E, quando ela mais precisa, você simplesmente não aparece. Claro que você sempre se dignou a ajudá-la em vários momentos - de grandiosa importância - mas, coincidentemente, nos mais emergenciais, você simplesmente a deixa. E ela fica sem saber se o problema é com ela, se o problema é com tudo, se realmente há problema ou se foi ela quem inventou tudo e tá tudo bem e foi tudo mera coincidência - apesar dela não acreditar nem um pouco em coincidências e tudo levar a pensar que ela é o motivo de dissonância.
unfaithful has just signed off.

9 de mar. de 2010

"I wanna lock you up in my closet when no one's around; I wanna put your hand in my pocket because you're allowed. I wanna drive you into the corner and kiss you without a sound. I WANNA STAY THIS WAY FOREVER, I'm saying it LOUD: you make me so hot, make me wanna drop, you're so fabulous, I could never stop. I can hardly breathe, you make me wanna scream. You're so fabulous, you're so good to me."

25 de fev. de 2010

- Acho que entendi. Você quer que se preocupem com você.
- Sinceramente? Hoje, não. Em alguma outra hora, talvez. Mas, agora, no fundo... me esqueça. Para o seu próprio bem... pelo menos, por enquanto.





23 de fev. de 2010

- Olha lá, ela tá sozinha... com quem ela sempre ficava, mesmo? Ué, mas ele não tá ali do outro lado? É, aquele ali que nem olha pros lados de tanto rir. Isso sempre a fez feliz, não? Claro que fez, como não? Não era ela quem sempre pediu primeiro a felicidade alheia em troca da dela? Ela deve estar se sentindo bem! Como assim, ignorada? Mas ela sempre pediu pra ficar sozinha. Calma, ela queria de fato ficar? Então por que tá se sentindo ign... Não queria? Não dessa vez? Ah, ela foi deixada sozinha? Tem certeza disso? Sabe, vai que ela tá tirando conclusões do nada... Tá bom, eu já sei que ela não gosta que falem isso, mas é o que ela faz! Motivos dela? Que motivos? Não há motivos. Ela ainda pensa que alguém vai entendê-la? Ah... mas, mudando de assunto, você viu o que tem acontecido com a...

"seasons change, but people don't."

9 de fev. de 2010

- Quando vai dar importância ao que aconteceu de bom?

(NÃO IMPORTA, FOI TUDO DESTRUÍDO. O QUE HÁ DE BOM EM VER PEDAÇOS? MAIS UMA VEZ ACREDITANDO QUE DESSA VEZ MUDARIA, MAIS UMA VEZ NADA MUDOU, MAIS UMA VEZ QUEBRADA.)
- Não deixo de dar essa importância. É só um momento, não se preocupe.
(NÃO VAI PASSAR, VAI SER SIMPLESMENTE RELEVADO PRESSUPONDO-SE SER ESQUECIDO. NÃO VAI SER ESQUECIDO E, MAIS CEDO OU MAIS TARDE, TORNA A APARECER, CADA VEZ PIOR. É ASSIM QUE TUDO SE LEVA.)
(Ninguém se culpa de nada. São coisas da sua cabeça. Nem sempre são como você pensa, nem sempre são como parecem ser.)
(DOEU MUITO, TENTEI PROVAR O CONTRÁRIO, MAS SÃO, SIM, COMO PARECEM SER. INFELIZMENTE. NADA VAI MUDAR E A DOR NÃO VAI PARAR.)

- Entendi. Bom, vou indo... não fica assim. Qualquer coisa, conta comigo.

(NOVAMENTE SÓ. COMO, POR UM MINUTO, FOI PENSAR QUE ERA PREOCUPAÇÃO? DESISTE. VOCÊ SÓ TEM O QUE VOCÊ QUER. NÃO FOI ASSIM QUE SEMPRE PEDIU, QUE NÃO SE PREOCUPASSEM? É ASSIM QUE VOCÊ TEM. QUEM SABE ASSIM APRENDE A VIVER EM UM MEIO NO QUAL SÓ VÃO ENTENDER O QUE É DITO, E NÃO O QUE FICA IMPLÍCITO EM VOCÊ MESMA.)
(A princípio, você não quer que se preocupem, mas, no fundo, queria que ao menos notassem. Antes que comece a chorar, pense, isso é verdade. Não há nada de errado nisso, só um confronto entre o que você quer e o que você faz. Só cabe agora saber se, em algum momento, você precisará optar por exteriorizar totalmente ou se resguardar para sempre. A não ser que a instabilidade te faça bem...)
(DESISTO.)